Permita-se. Se você acha que no fundo mesmo, apesar de todas essas reuniões e palavras em inglês que só querem dizer que você não sabe o que está falando, o que importa é ter pra quem mostrar que saiu o arco-íris. Permita-se. Porque eu não quero que você tenha essa pressa ao ponto de ajudar com as próprias mãos. Eu quero que você sinta esse prazer que chega aos poucos. E mata tudo que há em volta. E explode os relógios. E chega aos poucos ainda que você ainda não saiba nem quem é pouco e nem quem é lento. Porque você morre. Se você prefere a vida quando se morre um pouco por alguém. permita-se. (Tati Bernadi)

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O que importa afinal,
[...] viver ou saber que se está vivendo?
[...] viver ou saber que se está vivendo?

theme por umapequenapoeta, detalhes por desesperancoso e sabedorias.

(Source: fuckmenumb)



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originally fuckmenumb via vocepodefalar


Já sentiu seus olhos encherem de lágrimas, só ao ouvir uma música? 



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Quero colo, vou fugir de casa, posso dormir aqui com você?
Legião   (via re-novada)

(Source: conotar)



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originally conotar via vocepodefalar


E ela morre de ciúme de mim, enfim. Eu também morro de ciúme dela
Projota (via negatividade)

(Source: fucked-girl)



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originally fucked-girl via donttellnever


(Source: 3yourmind)



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originally 3yourmind via fucked-girl


(Source: c0uples)



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originally c0uples via vocepodefalar




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(Source: andamdizendo)



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originally andamdizendo via damn-loove



Ela tinha um defeito que também era uma qualidade; Ela se entregava por inteira. Digo para qualquer tipo de relacionamento, seja de uma amizade até um namorico. Ela se entregava de corpo, alma, cabeça, coração […] Não se contentava com o pouco, o quase e nem o talvez. Ou era tudo, ou nada. Sempre ou nunca. Sim ou não. Exigente ao extremo. Di-re-ta. E de certa forma, isso acabava sendo um grande problema. A chamavam de possesiva, mas mal sabiam que era egoísta. O que era dela, era dela; E o que não era, era dela também. Ninguém sabia não, mas ela sofria tanto sendo assim.

Ela tinha um defeito que também era uma qualidade; Ela se entregava por inteira. Digo para qualquer tipo de relacionamento, seja de uma amizade até um namorico. Ela se entregava de corpo, alma, cabeça, coração […] Não se contentava com o pouco, o quase e nem o talvez. Ou era tudo, ou nada. Sempre ou nunca. Sim ou não. Exigente ao extremo. Di-re-ta. E de certa forma, isso acabava sendo um grande problema. A chamavam de possesiva, mas mal sabiam que era egoísta. O que era dela, era dela; E o que não era, era dela também. Ninguém sabia não, mas ela sofria tanto sendo assim.



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originally sociedadedospoetasmortos via seeu-pior-pesadelo